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Recomeçando a escrever

Parei de escrever aqui faz tempo, seja por motivos pessoais ou por falta de mecanismos e até mesmo tempo !Tempos dificeis foram estes ,nao tive como concectar com muito de meus amigos e nem mesmo conseguia manter uma sequencia de treinos e dieta , o que tornou meu fisico e psicologico fraco e desgastado !A tarega agora é recomeçar , quando criei o blog ,pensei em tornar disponivel informações que só sites pagos e sites estrangeiros dispunham sobre o esporte entre seus detalhes e segredos pouco revelados seja pela falta de apoio de patrocinadores e pela má informação de uma pseudo midia falsa, onde tudo que é mitificado pela sociedade ela discrimina ,destroi , retrai e pulveriza atraves de falsas noticias !

Stanozolol
Autor Anthony Roberts
Retirado de forums.steroid.com
http://www.mundoanabolico.com – usuario MRPJ

(Stanozolol)
[17b-hidroxi-17-metil-5alfa-andorstano[3,2-c]pirasol]
Peso Molecular(base): 344.5392
Fórmula Química(base): C22 H36 N2O
Ponto de Fusão(base): N/A
Fabricante: Sterling (originalmente) e Zambon (atualmente)
Data de Lançamento(EUA): 1962
Dose Efetiva(Homens): 50-100mg/dia
Dose Efetiva(Mulher): 2.5-10mg/dia
Tempo de Ação: 8 horas
Tempo de Detecção: 3 semanas (oral) e 9 semanas (injetável)
Relação Anabolismo/Androgenicidade: 320:30

Apresentações: Winstrol 2mg/comp U$21, Winstrol Depot 50mg/ml U$19

Stanozolol é muito comum em ciclos de cutting. Enquanto muitas pessoas tentam usar o Dbol e até mesmo o Hemo em ciclos de cutting nunca vi nenhum relato de uso de Stanozolol se não para esse fim. Então que fique bem frisado, Stanozolol é uma droga de cutting. Poucas pessoas usaram ele em ciclos para ganho de peso. Não é um composto eficaz no tratamento da anemia(1) e assim, pode-se afirmar que sua função em um ciclo para ganho de peso é muito limitada.

Um novo uso para o stanozolol em qualquer ciclos (até mesmo os para ganho de peso) seria o uso em doses muito limitadas com o objetivo de reduzir os níveis de SHBG(2). Uma das propriedades mais fortes do stanozolol (por ser um derivado do DHT) consiste em sua habilidade de reduzir os níveis de SHBG muito mais que qualquer outro esteróide. Uma dose de 0.2mg/kg diminuiram
significantemente os níveis de SHBG, o que pode aumentar a quantidade de testosterona livre circulando no corpo. Assim como 99% do esteróides, convém dizer que ocorrerá supressão dos níveis naturais dos seus hormônios (não tão fortemente como com outros esteróides)(10). Assim torna-se aconselhável o uso de uma testosterona junto com o stanozolol para evitar disfunções sexuais.

Adiciona-lo a um ciclo pesado para ganho de peso, parece ser um problema pois o stanozolol é um composto 17aa, isto é, foi alterado para sobreviver ao metabolismo de primeira passagem no fígado. Isso o torna ativo oralmente e hepatotoxico. Na relação mg por mg stanozolol apresenta uma das maiores hepatotoxicidade entre os esteróides. Esse é o problema do seu uso em um ciclo para muito ganho de peso onde geralmente o ciclo é muito pesado em dosagens e assim na toxicidade. Também apresenta resultados negativos no Colesterol, 6mg/dia de stanozolol podem diminuir os níveis de HDL em 33% e aumentar os de LDL em 29%(3). Hipertrofia cardíaca, mesmo em baixas doses, é um consenso no uso de stanozolol(4). Foram observadas também hipertensão com diferentes alterações hemodinâmicas e alterações no controle reflexo do coração em diferentes doses de stanozolol(13). Por isso o uso de stanozolol é muito limitado, em algo como 6 semanas (apesar de relatos de 12 semanas de uso sem problemas). Há relatos de uso de stanozolol por 12 semanas na dosagem de 100mg/DSDN (junto com Propionato de Testosterona 125mg/DSDN) e nenhum efeito colateral. As juntas se mantiveram ok e a única reclamação é a dor das injeções. Geralmente é relatado uma menor lubrificação nas juntas com o uso dessa droga e também um efeito seco no aspecto geral. Isso pode ocorrer por um mecanismo de osmose reversa. É contraditória a opinião sobre stanozolol e tendões (alguns dizem que enfraquece e outros que fortalece). O stanozolol mostrou-se benéfico na prevenção de osteoporose induzida por glicocorticóide através do aumento na densidade mineral óssea e na biomecânica do osso(15) e também foi usado em ulcerações no tendão de aquiles(16). Na dúvida é recomendado que atletas que dependem de explosão
ou esportes de alto impacto se mantenham longe dessa droga. Mostra-se benéfica, também, nos receptores ósseos induzidos por glicocorticóides(5) e na síntese de colágeno(11), porém com todos esses paradoxos atletas de força e velocidade devem se manter longe, para evitar possíveis dores articulares.

O mecanismo de hepatotoxicidade dos esteróides anabólicos ainda não é completamente elucidado. Um estudo usando doses de 2mg/kg de stanozolol por cinco dias na semana durante oito semanas indicou um stress oxidativo no fígado a despeito do up-regulation da atividade das enzimas antioxidantes(14).

Esse composto é apresentado na forma oral e injetável, porém a forma injetável é superior em termos de retenção de nitrogênio(6) e assim, para o anabolismo geral. A forma injetável também evita o metabolismo de primeira passagem, diminuindo um pouco o stress hepático.

Stanozolol também é um composto seguro para mulheres ja que sua relação anabolismo/androgenicidade tende para o lado anabólico. A dose usual fica entre 5-10mg/dia. Já homens podem usar doses ao redor de 0.5-1.5mg/kg por dia. É sugerida a ingestão de 100mg/DSDN ou 50mg/dia(melhor).

Ja que o nível anabólico dessa droga é muito alto comparado as ações androgênicas as pessoas não costumam relatar muitas perdas no pós-ciclo. Interessantemente, o stanozolol se liga fracamente ao receptor androgênico (AR)(7) o que não é usual em esteróides de cutting. A maioria dos efeitos dessa droga, construção de músculos, é provavelmente devido a sua grande habilidade de síntese proteica(6)(8). Porém foi provado em estudo que um única injeção de stanozolol causa uma rápida depleção citosólica do AR no músculo esquelético ratos, assim pode-se concluir que esteróides anabólicos com pouca afinidade pelo AR (assim como stanazolol) pode atuar no AR para produzir respostas biológicas(12). Além disso, por ser um derivado do DHT, ele tende a promover ganhos de qualidade, com nenhuma retenção hídrica. Stanozolol não aromatiza em nenhuma dose e é especulada uma propriedade anti-progestogênica de sua parte (em alguns casos parece bloquear esses receptores)(9). Os compostos que podem ser usados juntos incluem o tamoxifeno por seu efeito benéfico nos lipídeos sanguíneos. A TPC deve ser respeitada.

Outras Apresentações
Stan GC 10mg comprimido
Stan FM 10mg comprimido
Stan FM 50mg/ml injetável
Stanabol BD 10mg
-GoldStano 10mg/ml oral líquido
-Goldstano 50mg/ml injetável

Bibliografia
1. Trop Doct. 2004 Jul;34(3):149-52.
2. J Clin Endocrinol Metab. 1989 Jun;68(6):1195-200
3. JAMA. 1989 Feb 24;261(8):1165-8.
4. J Steroid Biochem Mol Biol. 2005 Jan;93(1):43-8. Epub 2005 Jan 25.
5. Di Yi Jun Yi Da Xue Xue Bao. 2003 Nov;23(11):1117-20.
6. Can J Vet Res. 2000 Oct;64(4):246-8.
7. Endocrinology. 1984 Jun;114(6):2100-6.
8. J Am Vet Med Assoc. 1997 Sep 15;211(6):719-22
9. Agents Actions. 1994 Mar;41(1-2):37-43.
10. Chemical Muscle Enhancement
11. J Invest Dermatol. 1998 Dec;111(6):1193-7.
12. Anabolic-androgenic steroid interaction with rat androgen receptor in vivo and in vitro: a comparative study. Feldkoren BI, Andersson S.
13. Effects of chronic anabolic steroid treatment on tonic and reflex cardiovascular control in male rats. Beutel A, Bergamaschi CT, Campos RR.
14. Effects of prolonged stanozolol treatment on antioxidant enzyme activities, oxidative stress markers, and heat shock protein HSP72 levels in rat liver. Pey A, Saborido A, Blazquez I, Delgado J, Megias A.
15. Effects of stanozolol on bone mineral density and bone biomechanical properties of osteoporotic rats. Liao JM, Wu T, Li QN, Hu B, Huang LF, Li ZH, Yuan L, Zhong SZ.
16. Torpid ulcer on the achilles tendon: conservative treatment with stanozolol and pinch grafting. Redondo P, Lloret P, Bauza A.

DNP
por Mack Diesel

DNP é a mais recente “estrela” do mundo das drogas utilizadas na queima de gordura. O “viagra” da perda de peso.

DNP é perigoso? Sim, é perigoso como qualquer outra droga, mas seguro e altamente eficiente se tomado nas doses corretas e usado com um mínimo de bom senso. Todos os problemas cardíacos causados pela obesidade apenas neste ano superam de longe todos os casos de problemas médicos relacionados ao DNP.

Poupando o tempo, vou evitar discursos sobre a história desta droga e ir direto ao assunto. Nada, realmente nada, incluindo clenbuterol (bom), Cynomel (melhor), E/C/A (vale a pena ser experimentada, especialmente em combinação com ioimbina), e até winstrol (cujas propriedades alegadas sobre perda de gordura ainda são questionáveis), é mais eficiente que o DNP. NADA! Corpos podem ser radicalmente transformados em poucas semanas com esta droga. Os “boatos” que se ouve de pessoas perdendo até 0,5 Kg de gordura por dia com DNP podem ser verdade, mas acredito que 0,5 Kg / dia é um pouco de exagero. Na verdade, normalmente a perda gira em torno de 1 a 3 kg/Semana. Esses números são para o uso de DNP sozinho e com um mínimo esforço ativo, sem dietas ou treinamentos especiais. Se combinado com o treinamento adequado, os resultados podem ser fascinantes.

A dose segura de DNP é entre 3 e 5mg/Kg. Preste atenção nesses detalhes, porque essa droga é perigosa, um único deslize, uma overdose de DNP, e você provavelmente vai passar a servir de alimento para as margaridas e capim do cemitério mais próximo. Por exemplo, para um atleta de exatamente 100Kg, a dose seria entre 300 e 500mg/Dia, o que não é uma muito, mas nesse caso mais nem sempre é melhor.

O Lado Bom, o Ruim e o Bizarro

Você provavelmente está pensando “isso é ótimo, vou ficar definido rapidamente sem nenhum esforço!”, o que pode ser verdade, mas ainda há algumas coisas a serem ditas. DNP vai lhe transformar num ser miserável; você vai suar o tempo todo, suar excessivamente, e muito provavelmente também vai perder o seu “sono tranqüilo”. A primeira vez em que usei DNP, estava tomando as cápsulas antes de dormir, e muitas noites acordei numa poça gigante de suor. Passei, então, a toma-las de manha, o que pareceu ajudar um pouco, mas não muito. O certo é que suando nessas proporções, você precisa beber muita água. Manter-se atento à desidratação é de importância vital na utilização dessa droga. Também é necessário eliminar ou monitorar cuidadosamente a utilização de outras drogas como cafeína e efedrina, pois são diuréticas. DNP pode ser infernalmente incômodo, mas é eficiente em iguais proporções.

As teorias sobre o período de tempo em que esta droga deve ser utilizada variam grandemente, mas muito provavelmente seu ciclo será moldado por suas condições financeiras e acesso a outras drogas termogênicas. Se você tem dinheiro para comprar drogas como Clenbuterol e Cynomel, seria sensato alternar entre as três, utilizando-as individualmente. Pessoalmente começaria o ciclo com Cynomel, mas este artigo não é sobre esta droga, então ela terá de esperar por sua vez.

Observações Pessoais

Conheço pessoas que utilizaram DNP e suas críticas foram todas positivas com exceção das queixas muito comuns sobre a transpiração excessiva. Dessas pessoas, 50% desistiram por não suportarem o “calor” excessivo e a transpiração intensa.

Utilizei doses de até 800mg por três dias consecutivos (com um peso corpóreo de aproximadamente 105kg) e não tive efeitos colaterais extremos, a não ser que estava transpirando continuamente, quente, miserável e exausto a maior parte do tempo devido à grande quantidade de calorias sendo utilizadas dia e noite no processo de queima de gordura. O calor é diretamente proporcional à dose administrada, sendo 3 mg / kg relativamente tolerável. Meu conselho: compre um ventilador para o seu escritório ou local de trabalho; mantenha um estoque de antiperspirante sempre à mão e providencie um espelho de corpo inteiro para poder se olhar o tempo todo. Esse artigo é para quem, após ouvir tudo isso, ao ser perguntado “todo esse desconforto vale a pena?”, responderá “sem dúvida alguma!”.

Notas sobre DNP – 2.4 Dinitrofenol

– DNP, apesar de ser um fenol, distintamente da maioria dos compostos dessa classe, NÃO é carcinógeno.

– DNP, se injetado, pode elevar o metabolismo em até 30% dentro de apenas um minuto (altamente perigoso).

– Antioxidantes (especialmente vitaminas A e E) devem ser utilizados em conjunção com DNP.

– Deve-se evitar o uso de DNP com diuréticos e drogas termogênicas e/ou estimulantes.

– Apesar de a dose segura ser entre 3 e 5 mg/Kg, se por uma pequena confusão a utilizar-se 15 mg/Kg (apenas 3 a 5 vezes maior), provavelmente ocorrerá uma overdose e conseqüente morte.

– DNP não deve ser encapsulado sem aparelhos de medição precisa.

– A suplementação com DNP pode aumentar o metabolismo entre 15 a 30%, permanecendo ativo no corpo por até 36 horas.

Possíveis Efeitos colaterais

– Transpiração excessiva

– Desidratação

– Respiração ofegante

Taquicardia

Aumento da pressão sangüínea

Elevação das taxas metabólicas

Insônia

Náusea

Considerações Finais

Utilizar DNP em excesso pode levar à morte (atualmente não há antídoto para DNP).

DNP pode causar catarata se utilizado a longo prazo sem antioxidantes (como Vitamina C). * Todos os casos restringem-se às mulheres.

Fatos Básicos Sobre DNP

2,4 dinitrofenol parece ser outro maravilhoso composto deixado de lado pelos profissionais e estudiosos da comunidade médica. Na verdade, isso aconteceu porque consideraram-no “perigoso” à população. Abandonaram, assim, mais um composto ultra-eficiente. Tenho de admitir, entretanto, que até certo ponto eles estão corretos.

Imagine se DNP fosse o remédio do momento. Uma típica mulher obesa, após ver numerosos comerciais no jornal, rádio e TV, normalmente ignoraria as advertências técnicas escritas em letras pequenas e ficaria compenetrada apenas em constatar os maravilhosos resultados que as pessoas na TV tiveram.

Afirmações do tipo “emagreci 2,5Kg em um mês” seriam substituídas por “emagreci 15kg em dois meses sem virtualmente perder massa muscular alguma”. A senhora obesa “leria atentamente” o livro sobre o assunto em 5 minutos, e agora que tinha se tornado uma “expert” do assunto, poderia ir até a farmácia local e comprar uma caixa de DNP, mas antes passaria na sorveteria para tomar aquele banana-split de costume.

Ela provavelmente começaria com 400mg/dia como recomendado pelo livro, mas acabaria ficando impaciente. Apesar de estar perdendo gordura sem esforço algum, ela pensaria “talvez se tomar mais, perderei mais rápido”, e então aumenta a dose para 1000mg. Neste momento estaria perdendo peso rapidamente, mas para dar só mais uma “aceleradinha”, adiciona outros 400mg, pois afinal ela precisa apenas perder aqueles humildes 150kg para ir à praia semana que vem. Então acontece o que tanto procurou: ela morre, desidratada como um cacto.

Talvez esteja exagerando um pouco, mas as propriedades desta droga não devem ser negligenciadas ou as conseqüências acima serão as reais. A ingestão de DNP se torna proibitiva acima de certas doses devido à quantidade intolerável de calor que é capaz de fazer seu corpo gerar, e há margem muito pequena para erros. Apenas seja cuidadoso. Com um pouco de bom-senso, DNP pode ser a droga que você esteve esperando para finalmente perder esses quilinhos a mais.

Dosagem

Como no caso de todas as drogas, este aspecto é o mais difícil de ser definido com precisão. Alguns usuários experientes recomendam 4mg/kg. Outros igualmente experientes defendem que os efeitos plenos se dão com doses de 6mg/kg. Apenas alguns poucos defendem o uso de doses menores que 400mg/dia. A maioria das sugestões gira em torno de 600mg/dia.

O consenso entre todos, no entanto, é que há um aumento da eficiência da droga, não importando qual dose seja administrada, se ela for dividida em duas porções iguais ao longo do dia (preferencialmente de manhã e tarde). A concentração plasmática de DNP atinge seu auge de 3 a 4 horas após sua ingestão, ou seja, dividir a mesma dose em porções separadas permite uma maior duração dos efeitos termogênicos. Eu pessoalmente comecei com 600mg/dia e considerei essa dose tolerável. Dividia as doses em 300mg de manhã e 300mg depois do trabalho

Efeitos

Agora chegamos à parte interessante: descrever o inferno em que o DNP transforma sua vida. Com a mesma eficiência que o DNP queima gordura, também torna sua vida inacreditavelmente miserável.

Após a ingestão inicial de DNP, não espere sentir muitos efeitos além de um leve aquecimento, pois leva um ou dois dias para que seus efeitos se manifestem totalmente. Me lembro do primeiro dia em que tomei DNP e fiquei esperando por evidências de que estava funcionando… como isso hoje me parece tolo. Hoje meros traços do composto já são suficientes para me alterar psicologicamente. Dizendo de modo totalmente especulativo, parece que a tolerância ao DNP funciona de modo inverso: quanto se utiliza essa droga, mais eficientemente ela parece funcionar. Demora algum tempo para que isso ocorra mas, hoje em dia, com apenas 200mg, seus efeitos se manifestam plenamente.

No segundo dia você perceberá alterações na respiração. No meu último ciclo meus pais estavam querendo me mandar para o hospital porque estava ofegando ao assistir televisão! Também ficará obvio que algo está interferindo com as quantidades normais de energia. Para fazer qualquer coisa serão necessários esforços maiores. Mas a diversão está apenas começando…

Após três ou quatro dias, você provavelmente começará a perguntar-se se emagrecer realmente vale a pena. Torna-se exaustivo subir escadas, a transpiração é intensa e contínua, e noites de sono tranqüilo não passarão de memória.

No primeiro ciclo provavelmente não haverá muitos problemas para dormir ou surtos de fome. Entretanto, no meu terceiro ciclo, comia desesperadamente qualquer carboidrato que encontrava pela frente e tinha um sono péssimo.

Pare o ciclo após uma semana, é impossível para qualquer pessoa sã suportar mais. Suas quantidades de T3 provavelmente estão baixas e será preciso uma semana para recuperar-se. Outra pessoas, entretanto, intercalam clenbuterol e T3 entre os ciclos de DNP; isso soa insano para mim. Eu sinto necessidade de descanso total após uma semana de DNP, e com certeza após seu ciclo você vai concordar comigo. Em todo caso, a não ser que você esteja se preparando para algum campeonato, não é preciso bombardear-se com todo tipo de droga termogênica que encontrar pela frente, pois DNP sozinho já é extremamente eficiente.

No fim do ciclo você vai perceber que está, na verdade, um pouco maior do que quando começou. Não há problema, é apenas água. A melhor parte são os dias subseqüentes, nos quais a água é eliminada, deixando à mostra o magnífico resultado do DNP.

A ciência dos aeróbicos intervalados (Guerrilla Cardio, HIIT, tiros e etc) consiste em trabalhos alternando entre alta e baixa intensidade. Normalmente realiza-se picos de explosão (tiros) durante curto período de tempo e depois a chamada pausa ativa (trote ou uma corrida mais leve) durante um tempo um pouco maior, repetindo esse ciclo durante um tempo pré-determinado. Para entender o porque disso, vamos começar a falar de bioquímica e fisiologia.

Em condições de repouso, nosso corpo utiliza como energia 70-80% de gordura e 20-30% de açúcares. Muitos devem estar confusos com isso, mas é o que realmente ocorre porém, pelo repouso ser regido por um metabolismo baixo, essa queima não é significativa. Quando inicia-se a atividade física ocorre quebra da homeostase e alternância entre a utilização dos substratos. Abaixo o ciclo de Krebs e as vias responsáveis pelo fornecimento de energia.


Via do ciclo de Lynen (vermelho), dos aminoácidos (verde) e da glicólise (azul).

Como visto acima, gorduras, carboidratos e proteínas fornecem substrato as diversas reações do ciclo de Krebs e no final acabam gerando ATP, a energia do organismo humano. A quebra do ATP em ADP fornecem fosfato de alta energia para as atividades orgânicas e esse ADP é reconstituído em ATP pela ação da creatina fosfato (metabolismo aláctico) ou através da glicólise, denominado de metabolismo anaeróbico (láctico). Abaixo, o gráfico comparativo entre a utilização de substrato em diversas sistuações.


Observe a alternância entre o uso de substratos, que passa de predominantemente aeróbico para anaeróbico.

Conforme o corpo é submetido a diferentes estímulos, o metabolismo responde de formas diferentes, como observado acima. Quanto maior o predomínio do metabolismo anaeróbico (atividades mais pesadas), maior a quantidade de ácido láctico produzido. O corpo possui diversas formas de remover esse produto da musculatura, são eles: 1) através de secreção e excreções como suor e urina; 2) metabolismo hepático, como substrato para a neoglicogênese; 3) pulmão, através de uma complexa cadeia de reações de tamponamento que acabam resultando em gás carbônico; e 4) na musculatura, como substrato para reações oxidativas. Quanto mais treinado o atleta, maior a sua capacidade de remover lactato, o que propicia uma maior capacidade atlética. O acúmulo de ácido láctico na musculatura promove fadiga e dor através, principalmente, da queda de pH, que age sobre as terminações algésicas.


A primeira reação representa o tamponamento do lactato pelo bicarbonato de sódio e a segunda a transformação do ácido carbônico em gás carbônico e água.

Como visto acima, o gás carbônico produzido, indiretamente, pelo metabolismo do ácido láctico age sobre os centros respiratórios do bulbo, que são extremamente sensíveis a hipercapnia (aumento da quantidade de gás carbônico), promevendo estímulo a musculatura respiratório e consequente hiperventilação, para eliminar o acúmulo desse gás tóxico. Logo, resumindo, o aumento da produção de ácido láctico, por aumento do metabolismo anaeróbico, promove hiperventilação para eliminar o CO2. A medição dessas taxas, pela ergoespirometria, nos permite determinar os limiares aeróbicos.


Limiares aeróbicos. VE: ventilação; VO2: volume de oxigênio; VCO2: volume de gás carbônico; LA: limiar aeróbico.

A figura acima deve ser interpretada da seguinte forma. Até a primeira linha preta (LA1) a VE equivale a VO2 logo, o que o atleta esta ventilando serve para o consumo de oxigênio para o trabalho exercido. A partir da primeira linha, a VE perde a linearidade com a VO2 e se alinha com a VCO2. Isso deve ser entendido como um aumento da ventilação, sem um consequente aumento do consumo de oxigênio, com o objetivo de eliminar o CO2. A partir desse linha, o atleta começa a entrar no metabolismo anaeróbico. A partir da segunda linha preta, o VCO2 cresce muito, e a VE ja não é suficiente para a sua eliminação. Desse momento em diante, o atleta esta prestes a entrar em fadiga, ja que o ácido láctico esta se acumulando na musculatura.

O aeróbico intervalado trabalho em cima de todo esse mecanismo citado acima. Durante os picos de frequência cardíaca (alta intensidade) a musculatura tem como predomínio o trabalho pesado, com consequente metabolismo anaeróbico e produção de ácido láctico. A queda da frequência cardíaca (baixa intensidade) que vem a seguir tem como predomínio o trabalho leve ou muito leve, com consequente metabolismo aeróbico. Durante esse período, o corpo passa a remover o ácido láctico da musculatura e desvia-lo para o ciclo de Krebs. De modo resumido, no aeróbico intervalado, o que é produzido durante a alta intensidade, é consumido na baixa intensidade e utilizado para fornecer energia para o próximo pico. Esse mecanismo é limitado e a partir de determinado momento passa a não funcionar mais, com o atleta entrando em fadiga.


Demonstração da frequência cardíaca durante um trabalho intervalado.

A drepresentação acima demonstra os picos e quedas de frequência cardíaca durante um trabalho aeróbico intervalado. Observe que a partir de um momento, a FC não cai nos níveis mais baixos e começa a cada vez cair menos. Isso ocorre devido o aumento do trabalho cardíaco com objetivo de remover o lactato acumulado na musculatura, que com o passar do tempo é cada vez maior.

Finalmente, vamos entender porque esse trabalho não é o melhor para a queima de gordura. Como expliquei acima, o objetivo desse trabalho é que o lactato produzido seja utilizado, durante o momento de baixa intensidade, como substrato do ciclo de Krebs, fornecendo energia para o próximo pico de intensidade. Dessa forma, o ácido láctico toma o lugar da gordura como substrato para oxidação. Isso é bom para quem busca performance e condicionamento, mas não para quem procura a lipólise. Para a gordura começar a funcionar como substrato durante um trabalho intervalado, leverá um tempo muito maior e isso não é preconizado por esse tipo de protocolo.

Como resumo, defendo a utilização dos aeróbicos contínuos quando objetiva-se a queima de gordura. O uso dos aeróbicos intervalados tem a sua valia quanto o objetivo é performance e condicionamento físico. Vale comentar que os trabalhos que se utilizam de tiros, podem promover um aumento da massa magra e consequente aumento do metabolismo basal. Isso, indiretamente, promove a queima de massa gorda.

Lactato

O que é Lactato?

Lactato é um composto orgânico produzido naturalmente no corpo humano e também utilizado como fonte de energia para atividades físicas em gerais. O lactato é encontrado nos músculos, no sangue, e em vários órgãos. A presença de lactato é necessária para que o corpo funcione propriamente.

De onde vem o Lactato?

A principal fonte de produção de lactato é a quebra de carboidratos chamados de glicogênio. Glicogênio se quebra em uma substância chamada piruvato e produz energia. Geralmente esse processo é referido como Energia Anaeróbia devido a não utilização de Oxigênio. Quando piruvato se quebra ainda mais, esse processo produz ainda mais energia. Esta energia é chamada de energia aeróbia devido a utilização do Oxigênio. Se o piruvato não se quebra, este geralmente é transformado em lactato.

Por que Lactato é produzido?

Quando o piruvato é produzido, as células musculares tentam utilizá-lo como energia aeróbia. Porém, se as células não são capazes de utilizar todo o piruvato produzido, este se transforma quimicamente em lactato. Algumas células possuem grande capacidade de utilização de piruvato para energia aeróbia enquanto outras possuem uma capacidade limitada. Com o treinamento, as células musculares são capazes de se adaptar a uma maior utilização de piruvato e menor produção de lactato.

Quando Lactato é produzido?

O lactato está presente no corpo humano quando em repouso, e também durante nossas atividades diárias, apesar de serem níveis muito baixos. Enquanto você lê este documento, o lactato está sendo produzido. Porém, quando a atividade física aumenta em intensidade, também aumenta a produção de piruvato de forma rápida. Devido a sua rápida produção, nem toda a quantidade de piruvato pode ser utilizada para energia aeróbia. O excesso de piruvato então transforma-se em lactato. Está é uma das razões porque lactato é um importante indicador de treinamento. Quando lactato é produzido, isto é uma indicação de que a energia aeróbia está sendo limitada durante a atividade.
Quanto mais intensa for a atividade, maior será a produção de lactato. Um maior número de fibras musculares são recrutadas. A maioria dessas fibras não são utilizadas durante repouso ou atividade física leve. Muitas dessas fibras também são fibras de contrações rápidas que não tem a capacidade de utilizar piruvato a mesma proporção que o mesmo é produzido e, portanto, grande quantidade de piruvato acaba sendo transformado em lactato.

Para onde vai o Lactato?

O lactato é uma substancia dinâmica. Inicialmente quando é produzido, o lactato tem a tendência de sair do músculo onde se encontra, e acaba entrando em outros músculos vizinhos, na corrente sangüínea, ou no espaço entre células musculares contendo uma menor concentração de lactato. O mesmo pode rumar para outros músculos ou até em algum outro lugar no corpo.
Quando o lactato é recebido em um músculo qualquer provavelmente será transformado novamente em piruvato para ser utilizado como energia aeróbia. O treinamento aumenta a produção das enzimas que são reponsáveis pela conversão de lactato em piruvato e vice-versa. O lactato pode ser utilizado como combustível pelo coração, e também pode ser convertido novamente em glucose e glicogênio no fígado. O lactato pode se mover rapidamente de uma parte do corpo para outra. Há algumas evidências em que certas quantidades de lactato podem também ser transformadas em glicogênio nos próprios músculos.
Normalmente, os músculos que tem a capacidade de utilizar piruvato como fonte de energia, buscam o mesmo na reserva armazenada pelo próprio músculo. O lactato pode também ser transportado pela corrente sangüínea aos músculos relativamente inativos, como os braços de um corredor.

O Lactato é nocivo?

Sim e não, predominantemente não. Quando o lactato é produzido nos músculos, íons de hidrogênio também são produzidos em excesso. Se houver um grande acúmulo destes íons, o músculo torna-se ácido, causando problemas nas contrações musculares durante exercício físico. Atletas descrevem este fenômeno como uma sensação de “queimação” ou “endurecimento” assim como uma redução no nível de performance. A grande maioria destes íons de hidrogênio são produzidos juntos com o lactato, e na verdade o lactato não causa fadiga muscular, mas sim o aumento do nível de acidez muscular.
Apesar de não ser uma sensação agradável para o atleta, a “queimação” ou “endurecimento” são mecanismos de defesa contra a danificações musculares. Altos níveis de acidez podem danificar as fibras musculares de forma séria. Também existem algumas especulações de que o “overtraining” é causado por constantes treinamentos que produzem altos níveis de acidez.

Como medir o nível de Lactato?

A grande maioria das medidas de lactato utilizam amostras sangüínea, apesar de alguns pesquisadores terem usado amostras musculares. Existe uma relação entre o lactato muscular e o lactato sangüíneo. Quando uma amostra de sangue é utilizada, a quantidade de lactato no sangue é expressada como uma concentração de milimols por litro. Como exemplo, os níveis de lactato em humanos durante repouso estão geralmente entre 1.0 mmol/l e 2.0 mmol/l. Os níveis de lactato em alguns atletas já foram encontrados entre 25.0-30.0 mmol/l apesar de níveis tão altos serem raros.

Deve o atleta se interessar por Lactato?

Sem dúvida por duas razões:
Primeiro, se um atleta conseguir reduzir a produção de lactato ou reduzir o período necessário para eliminação do mesmo, ele também reduzira a produção e eliminação dos íons de hidrogênio que afetam o nível de performance muscular. Recentes pesquisas indicam que apesar de reduzir a produção do lactato ser um fator importante, talvez mais importante ainda seja o fator da redução do período necessário para “remover” o lactato dos músculos. Quando o atleta está bem treinado, o corpo se torna capaz de transportar o lactato produzido para um outro local qualquer, e diminuindo assim o problema de alta concentração de lactato no mesmo músculo. Isto quer dizer que o atleta será capaz de manter um alto nível de intensidade por mais tempo se o corpo está treinado a “remover” o lactato de forma rápida.
Segundo, em eventos em que a duração é menor de dez minutos (natação – velocidade e meio-fundo, remo, atletismo, ciclismo – alta velocidade, e muitas provas de corrida), a habilidade de produzir grandes quantidades de energia na parte final destes eventos é crítica para o desempenho de alto nível. A presença de lactato no sangue indica o nível de energia que está sendo produzida. Portanto uma das maneiras mais efetivas para se testar o nível de energia que o atleta é capaz de produzir na parte final de um certo evento, é medir a quantidade de lactato no sangue depois de um esforço máximo. Quanto mais alto, melhor.

O que significa o termo “remoção”?

O termo “remoção” pode ser utilizado para descrever os efeitos de dois processos diferentes mas interligados.
Primeiro, o termo “remoção” é utilizado como referência ao processo pelo qual o lactato é removido dos músculos. Evidências desse fator podem ser vista pelo aumento dos níveis de lactato no sangue quando o mesmo abandona o músculo onde foi produzido. Esse processo é também esperado considerando-se que lactato se direciona partindo de áreas de alta concentração do mesmo, para áreas de menor concentração.
Segundo, o termo “remoção” também refere-se a remoção do lactato da corrente sangüínea (Vide parágrafo acima sobre “Para onde vai o Lactato?”). Este processo é também chamado de desaparecimento do lactato. Quando o lactato é observado no sangue do atleta, o técnico está, na realidade, observando uma combinação dos processos de produção e remoção. Durante um “estado de equilíbrio”, a produção e remoção do lactato se cancelam, e portanto não há acúmulo. A limpeza do lactato do sangue auxilia na limpeza de lactato nos músculos, os quais são os mais afetados. Este é um dos conceitos mais importantes para o treinamento.

O que significa o “estado de equilíbrio”?

Quando o atleta pratica um certo exercício a um ritmo e velocidade constantes por um longo período de tempo, o mesmo atleta está realizando um treinamento em estado de equilíbrio. Os níveis de lactato durante este período podem flutuar um pouco no início da atividade, mas eventualmente se equilibram em um nível constante. Alguns técnicos definem treinamento em “estado de equilíbrio” como aqueles em que o batimento cardíaco é constante. Porém, ambos tipos de treinamento não produzem os mesmos efeitos fisiológicos. O máximo estado de equilíbrio em velocidade ou esforço que produz um nível fixo de lactato é chamado de Limiar Lático.

O que representam os níveis de Lactato para o atleta?

O acompanhamento dos níveis de lactato possuem duas utilizações de alta importância:
·Primeiramente, o lactato é um dos melhores indicadores da evolução do treinamento. Existem três áreas de importância em que a análise do lactato assume grande relevância.
SISTEMA AERÓBIO – Uma das melhores medidas do sistema aeróbio é a velocidade ou esforço físico no nível de Limiar Lático. Um outro método é utilizar um ponto fixo de referência como 4 MMOL/L de lactato. Alguns programas medem o esforço e velocidade necessários para se produzir 4 MMOL/L, mantendo um controle freqüente dos resultados. Quanto maior a velocidade ou esforço necessário para se produzir o mesmo nível de lactato, mais eficiente se torna o sistema aeróbio.
SISTEMA ANAERÓBIO – Níveis máximos de lactato tem sido aceitos como a medida da quantidade de energia sendo produzida pelo sistema anaeróbio. Quando um atleta executa certa atividade à um esforço máximo, grandes quantidades de lactato são produzidas. Em condições iguais, quanto mais treinado é o sistema anaeróbio, maiores os níveis de lactato produzidos em um esforço máximo. Por exemplo, se o atleta consegue aumentar a quantidade de lactato produzida sob um esforço máximo de 10 MMOL/L para 13 MMOL/L, considerando condições iguais, o mesmo atleta será capaz de completar uma certa distância em tempo menor.
RELAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS AERÓBIO E ANAERÓBIO – Também considerada como medida importante porém menos utilizada como indicador de adaptações atléticas. A maneira mais eficiente para análise dessa relação é um teste físico gradual. Este é descrito pela razão de acúmulo de lactato no sangue em relação a intensidade do exercício. Dependendo do esporte ou evento, esta medida pode ser tão importante quanto as duas anteriores: dois atletas podem produzir níveis de lactato em razões diferentes quando a intensidade do esforço físico é elevada gradualmente. Em eventos ou esportes que requerem abundante participação do sistema anaeróbio, quanto mais lenta a acumulação de lactato, melhor a performance. Se dois atletas apresentam resultados similares nos testes dos sistemas aeróbio e anaeróbio, mas também apresentam consideráveis diferenças na razão de acúmulo de lactato, os mesmos atletas produzirão resultados diferentes. O atleta que possui uma tendência de lento acúmulo apresentará melhores resultados.
Segundo, O lactato é a melhor medida de intensidade de treinamento. A presença de lactato no sangue é uma indicação de que o sistema aeróbio não está sendo capaz de suportar a demanda de energia necessária para se completar a atividade. O objetivo do técnico é que o treinamento produza o stress necessário no metabolismo, nem acima e nem abaixo.
Similarmente, se o objetivo é o treinamento do sistema anaeróbio, a quantidade de lactato produzida é indicativa do sucesso do treinamento ou série específica.



Fonte: Sports Resource Group, Inc.
Tradução: A. Albiero, Kenyon College (USA) e São Paulo, Brasil

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A vida começa depois dos 40………….. de braço

Começo a postar agora uma série sobre os maiores bodybuilders da historia , as pessoas em que me espelho , em que tento me aproximar ! As pessoas comumente tem uma má impressão sobre muscução em geral ! Costumam dizer que tudo nao passa de anabolizantes , mas entretanto , estas mesmas pessoas nunca olham para a determinação e disciplina das mesmas , é muito facil dizer que alguem que pesa 120 kgs nao passa de bomba e que esta tomasse o mesmo numero de anabolizantes ficaria do mesmo tamanho ! mas comer igual a estas pessoas , treinar igual a elas , se privar de tantas outra coisa , isto concerteza nunca é lembrado

Meu maior ídolo e em quem eu mais me identifico no mundo da musculação sem duvida é Dorian Yates ! sem duvida inaugurou a fase dos freakys ! Conhecido como a parede humana ( devido a seus dorsais, serem então , os maiores ja vistos até aquele momento ) aqui posto um video de uma apresentação sua no OLIMPIA de 92 ! SEM DUVIDA , impressiona , quero que prestem atenção na qualidade muscular , na vascularição e nas dorsais !!!

QUE COMECE O SHOW !

bodybuilding is LIFE STYLE !!!

Oxandrolona
Autor Anthony Roberts
Retirado de forums.steroid.com
Traduzido, Adaptado e Complementado por MRJP

(Oxandrolona)
[17b-hidroxi-17a-metil-2-oxa-5a-androstane-3-um]
Peso Molecular(base): 306.4442
Fórmula Química(base): C19 H30 O3
Ponto de Fusão(base): 235-238ºC
Fabricante: BTG, SPA, Searle (originalmente)
Data de Lançamento(EUA): 1964
Dose Efetiva(Homens): 20-100mg/dia (0.125mg/kg)
Dose Efetiva(Mulher): 2.5-20mg/dia
Tempo de Ação: 8-12 horas
Tempo de Detecção: 3 semanas
Relação Anabolismo/Androgenicidade: 322-630:24
Apresentações: Manipulados

Oxandrolona não é muito tóxica, não é muito androgênica, mais ou menos anabólica e tem muito pouca influência no eixo HPT. Esses são os 4 itens principais que serão comentados a seguir.

Oxandrolona é pouco tóxica ao fígado, sendo provavelmente o esteróide oral mais suave nesse quesito. Dosagens acima de 80mg/dia são facilmente toleradas pela maioria dos homens e poucos colaterais são relatados com essa droga(1). Por esses reações ela é a escolha de muitas bodybuilders e outros atletas.

É um esteróide suave em todas as formas. Ele se liga bem ao receptor androgênico, porém doses muito altas são necessárias não sendo sugeridas nunca doses menores que 20mg/dia. De fato, a dosagem de 20-80mg/dia foi a necessária para compensar a perda em usuários aidéticos(1) e para recuperar o peso de vítimas de queimaduras(2) então esse é a dosagem recomendada para esse composto. Muitos usuários usam 100mg/dia e recomendam. Para mulheres, a dosagem de 2.5-20mg/dia é suficiente. Virilização não ocorre com esse composto, ja que sua androgenicidade é muito baixa(3). Retenção hídrica também não é comum.

Sendo um esteróide oral, a oxandrolona é um composto 17aa para sobreviver ao metabolismo de primeira passagem no fígado, porém é bem suave nesse quesito também não apresentando efeitos hepatotóxicos muito sérios (colestase hepática, peliose hepática, hiperplasias e neoplasias) atribuídos aos compostos 17aa(17). Oxandrolona foi usada com sucesso em alguns estudos para tratar problemas cutâneos(7) ou para melhorar a função respiratória(18). Essas propriedades a torna uma boa droga para boxeadores, lutadores e outros atletas.

Em relação a queima de gordura, a oxandrola pode ser chamada de um esteróide fat-burner. A gordura visceral e abdominal diminuiram em um estudo onde os pacientes com os níveis normais de testosterona usaram oxandrolona(4). Em outro estudo a gordura total, torácica e apendicular foram reduzidas com uma dosagem baixa da droga, 20mg/dia(8), e sem exercício. Além disso os ganhos parecem ser sólidos e permanentes. Pode não ser muito, porém a chance de manter tudo é muito grande. Em um estudo os pacientes manteram seus ganhos da oxandrolona por no mínimo seis meses após o final do uso(2). Concomitante, em outro estudo, doze semanas após o descontínuo do uso, 83% da perda de gordura total, torácica e de extremidades foi mantida(8). Assim, os ganhos de pesa e a perda de gordura costuma ser permanente com o uso da oxandrolona.

Mudança absoluta na gordura total (A) e na gordura torácica (B) com uso de oxandrolona

Mudança absoluta na massa magra com uso de oxandrolona

Alteração relativa na força máxima
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Pesquisando em alguns sites especializados , gostei muito deste texto e acho que serve de ajuda para os usuarios iniciantes !

STANOZOLOL – injetável
Iniciantes – 50mg por dia, por um período de 4 a 6 semanas para iniciantes
Experientes – 50mg por dia ou mais por 4 semanas ou mais, não sendo ideal mais de 8 semanas

STANOZOLOL – oral
Iniciantes – 50mg por dia, divido em pelo menos 3 doses por dia, mantendo a ação do esteróide constante no organismo
Experientes – 50mg ou mais por dia divididos em pelo menos 3 vezes ao dia

TESTOSTERONAS:

ENANTATO
Iniciantes – 500mg por semana, durante 8 semanas
Experientes – 500mg ou mais por semana durante 8 semanas ou mais

CIPIONATO
Iniciantes – 400mg por semana durante 8 semanas
Experientes – 400mg ou mais por semana durante 8semanas ou mais

PROPIONATO
Iniciantes – 50 a 75mg dsdn por no mínimo 4 semanas
Experientes – 100mg ou mais dsdn por no mínimo 4 semanas

DURATESTON
Iniciantes – 500mg por semana durante 8 semanas
Experientes – 500mg ou mais por semana durante 8 semanas ou mais, porém o ideal é respeitar o tempo de ação do propionato e manter as aplicações dsdn

DECA – NANDROLONA
Iniciantes – 200mg por semana durante 8 semanas
Experientes – 200mg ou mais por semana durante 8 semanas ou mais

HEMOGENIN – OXIMETOLONA
Iniciantes – 1 comprimido por dia por no 4 a 6 semanas
Experientes – 1 comprimido ou mais por dia durante 4 semanas ou mais, porém seria interessante para um efeito mais efetivo, pelo menos 1 comprimido de 8 em 8 horas (3 comprimidos por dia)

BOLDENONA
Iniciantes – 300mg por semana durante 10 semanas
Experientes – 300mg ou mais por 10 semanas ou mais

TREMBOLONA
Iniciantes – 70mg dsdn ou 35mg por dia durante no mínimo 4 semanas
Experientes – 70 mg ou mais durante 4 semanas ou mais

DIANABOL – METANDROSTENOLONA
Iniciantes – 25mg por dia por no mínimo 4 semanas
Experientes – Mais de 25mg por dia por no mínimo 4 semanas

OXANDROLONA
Iniciantes – 40mg por dia por no mínimo 4 semanas
Experientes – 40mg ou mais por dia por no mínimo 4 semanas

Possiveis colaterais

•Aumentam as reservas de glicogênio muscular e também o tamanho e a resistência dos músculos;
•Promovem um aumento na capacidade do organismo em incorporar proteína em grandes quantidades no músculo;
•A resposta do músculo ocorre mais rapidamente quando nas situações de treinamento, alimentação e suplementação;
•No sangue atuam aumentando o nº de células vermelhas, o volume e a concentração de hemoglobinas;
•Aumenta o metabolismo basal (aumentando a queima de calorias);
•Aumenta o tamanho do coração;
•Diminui a quebra e a perda de proteína muscular causada pelo treinamento;
•Aumentam a autoconfiança, auto-estima e a tolerância à dor, permitindo maior intensidade de treinamento;
•Facilitam o fenômeno da memória muscular, tornando mais fácil o retorno em nível de condicionamento físico e de desempenho atlético;
•Ginecomastia
•Causam Acne;
•Alargam o clitóris;
•Alargam a próstata;
•Alargam o pênis;
•Atrofiam os testículos;
•Amarelam a pele e os olhos;
•Aumentam o risco coronariano;
•Aumentam os níveis do colesterol ruim (LDL);
•Causam Arritmia cardíaca;
•Aumentam a pressão arterial;
•Causam cãibras, câncer hepático, cansaço crônico, cefaléia grave, cistos renais;
•Alteram o comportamento tornando-o agressivo de forma irreversível;
•Causam choque anafilático;
•Provocam a calvície (sendo irreversível na mulher e reversível no homem);
•Provocam o crescimento de pêlos irreversível nas mulheres;
•Causam um crescimento anormal de cabelos;
•Diminuem gravemente os níveis de colesterol bom (HDL);
•Provocam dores ósseas;
•Causam edemas, retenção hídrica nos tecidos;
•Fazem com que as ereções masculinas sejam freqüentes e contínuas;
•Causam a esterilidade de modo irreversível;
•Escurecem a pele;
•Deixam o hálito forte;
•Causam insônia;
•Provocam Náuseas e vômitos freqüentes;
•Mancham a pele;
•Causam danos irreversíveis ao feto de mulheres grávidas;
•Deixam a pele da mulher oleosa;
•Dificultam urinar;
•Sangram o nariz;
•Causam tumores hepáticos;

– Lembrando que não é certo de acontecer, é PROBABILIDADE

INTRODUÇÃO

As causas de adaptação, lesão e morte celular são muitas e abrangem desde sutis modificações envolvidas na ausência de uma única enzima (processos genéticos) até alterações físicas graves e violentas como um esmagamento por explosão, por exemplo.
Em relação à função celular podem ocorrer alterações por hipoxia, produtos químicos e drogas, agentes físicos, agentes microbiológicos, mecanismos imunológicos, defeitos genéticos, desequilíbrio nutricional e envelhecimento. As alterações por agentes físicos podem ser causadas por traumatismos, extremos de calor ou frio, súbitas modificações na pressão atmosférica, energia radiante e energia elétrica. Já o desequilíbrio nutricional pode ocorrer pela deficiência protéica-calórica, avitaminoses, radicais livres e excessos nutricionais.
O sangue é composto por uma parte líquida denominada plasma, onde se encontram os elementos celulares (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). Os glóbulos vermelhos (hemácias) têm origem na medula óssea e desempenham a função de carregar a hemoglobina. A hemoglobina representa de 90 a 95% da parte sólida das hemácias, sendo 2/3 delas composta por água. Os leucócitos representam entre 50 e 70% (granulócitos neutrófilos, eosinófilos e basófilos, monócitos e linfócitos). Após o nascimento, a eritropoiese é feita exclusivamente pela medula óssea. O melhor estímulo da eritropoiese é a hipoxia, que ocorre pela conversão de uma globulina plasmática inativa em eritropoietina ativa, sendo que a ação sobre a medula provoca a liberação de novas hemácias.
A regulação da eritropoiese varia conforme alguns fatores:
– Idade – no recém nascido é que se tem a maior produtividade de hemácias e hemoglobina.
– Sexo – a produção de hemoglobina e hemácias da mulher é de 90% em relação ao homem.
– Esportes – em exercícios intensos ou grandes emoções ocorre a descarga esplênica por influência da adrenalina e a redistribuição das células da circulação pela vasoconstrição da pele, estimulando a eritropoiese.
– Hormônios – tiroxina, cortisol, androgênios e prolactina – estimulam a eritropoiese.
Algumas substâncias são essenciais para a maturação das hemácias, sendo estas: riboflavina, ácido pantotênico, ácido nicotínico, ácido fólico, ácido ascórbico, piridoxina , vitamina B12, zinco, cobre, cobalto, ferro, proteínas e aminoácidos, como histidina, valina, leucina, lisina, arginina, metionina, glicina e triptofano.
A vida média das hemácias é de cerca de 120 dias sendo que vários fatores extracorpusculares podem limitar esta duração, tais como: estase da circulação sanguínea, desvio esplênico dos eritrócitos e a ação das lisinas teciduais.

ANEMIA
Com relação à anemia, pode ocorrer um desequilíbrio entre a produção e a perda ou destruição das hemácias ou da hemoglobina, alterando assim os eritrócitos e/ou hemoglobina circulante. As hemácias aumentam a capacidade do sangue em carrear O2, o que ativa um grande número de mecanismos corretivos. As manifestações fisiológicas mais comuns são: taquicardia, hiperpnéia, aumento do débito cardíaco e aceleração do fluxo sanguíneo. A resposta à anemia é influenciada pelas necessidades de O2.
A anemia pode ter diferentes causas, como:
– Diminuição da eritropoiese (por influência da medula óssea ou por deficiência de fatores essenciais a uma eritropoiese normal – nutricional).
– Perda de sangue.
– Aumento da destruição das hemácias (anemia hemolítica).
As deficiências mais comuns na anemia nutricional são as de ferro, ácido fólico e vitamina B12. Os sintomas mais claros deste desequilíbrio nutricional é astenia e fadiga intensa, além de queilose, língua inflamada e diarréia.
A anemia perniciosa, por deficiência de vitamina B12, é do tipo macrocítica e megaloblástica, sendo semelhante à deficiência de folato e não é muito comum. Caracteriza-se por alterações na medula óssea, trato digestório e SNC, sendo a palidez extrema e sintomas gastrintestinais semelhantes à deficiência de folato. Com o diagnóstico da anemia megaloblástica, o nível de B12 deve ser avaliado para diferenciar a causa da anemia.
Na maioria dos casos a anemia ferropriva é assintomática. Nos casos mais severos ocorre sintomas de fraqueza, apatia e palidez. A contagem de hemácias e os níveis de hemoglobina são moderadamente reduzidos, sendo estas do tipo microcíticas e hipocrômicas.
A falta de ferro pode desencadear a anemia ferropriva, o que diminui a capacidade aeróbia do indivíduo (VO2 máx), reduzindo o trabalho físico e diminuindo a resistência, aumentando assim a fadiga (Risser et al., 1988;Rowland & Kelleher, 1989; Haymes, 1996).
As causas mais comuns de anemia no esporte são (estudos relacionados):
– Baixa ingestão (Clement & Asmundson, 1982; Eichner, 1986; Eichner, 1992);
– Dietas hipocalóricas – menor 2000 Kcal com alimentos pobres em ferro ou com comprometimento de absorção;
– Dietas vegetarianas (Harris,1995);
– Modalidades que exigem baixo % de gordura corporal como, corridas de longa distância, balé e ginástica (Carter, 1982 e Burke, 1995);
– Hemólise por impacto (footstrike hemolysis);
– Baixa biodisponibilidade;
– Consumo inadequado de ferro (Rowland & Kelleher, 1989);
– Adolescentes – maior risco devido ao aumento de suas necessidades fisiológicas (Ruud & Grandjean, 1996 e Loosli et al, 1986).
Segundo Ruud & Grandjean (1996), é necessária uma avaliação completa do estado de ferro para o diagnóstico de deficiência deste mineral. Para isso, os parâmetros sangüíneos utilizados são:
– Saturação de transferrina (ST)
– Hemoglobina (Hb)
– Hematócrito (Ht)
– Capacidade de conjugação de ferro total (CCFT)
– Ferro sérico (Fe)
Cabe ressaltar que a deficiência de ferro se desenvolve de maneira gradual antes da anemia se tornar evidente.

AVALIAÇÃO DA ANEMIA DO ATLETA
Níveis Normais
Ferritina + Valores Normais
Saturação de transferrina
Hemoglobina + Valores Anormais
PARÂMETROS
Ferritina – variação 10 a 150 mg / L
Ferro – variação 37 a 180 mg / dL
Transferrina – Total 250 a 450 mg / dL
Hemoglobina – < 11

ALTERAÇÕES CATABÓLICAS
Os exercícios induzem a formação de catabólitos protéicos.

FILTRAÇÃO RENAL
– O processo efetua-se no glomérulo através da membrana filtrante renal.
– Depende da integridade da membrana filtrante e da perfusão renal.
– O líquido plasmático ultrapassa a membrana filtrante (processo de difusão) – a hemodinâmica renal é o fator básico.
– A força = pressão nos capilares glomerulares e a pressão oposta = pressão coloidosmótica das proteínas plasmáticas.
– A composição do filtrado glomerular é semelhante à do plasma.
CORRELAÇÕES FISIOPATOLÓGICAS:
– Alterações da membrana filtrante – distúrbios de filtração
– Diminuição da pressão glomerular (pressão arterial) – redução da filtração
– Diminuição do fluxo sanguíneo renal – alterações da filtração glomerular
– Diminuição da pressão na cápsula de Bowman (obstrução do fluxo da urina) – prejudica a filtração.
REABSORÇÃO RENAL:
– 80% do filtrado glomerular é reabsorvido pelos túbulos proximais do “nefron”.
– A glicose é totalmente reabsorvida.
– 99% da água que circula pelos rins é reabsorvida (24 horas).
– 99% do sódio, cloreto e cálcio filtrados são reabsorvidos (24 horas).
– São ainda reabsorvidos fosfato, bicarbonato, aminoácidos, vitaminas e ácido úrico.

CORRELAÇÕES FISIOPATOLÓGICAS:
– Espoliação de glicose, eletrólitos, aminoácidos, vitaminas e outros (lesão túbulos renais).
– Desequilíbrio do metabolismo hidrossalino e ácido – base (acidose metabólica).

SECREÇÃO
– Várias substâncias.
– A função relaciona-se igualmente com os processos de detoxificação.
– O potássio, além de ser reabsorvido, é também segregado pelos túbulos. A secreção de potássio pelo rim é importante na manutenção da homeostase.
– O rim é ainda importante na elaboração de duas outras importantes substâncias: renina (vasopressores) e eritropoietina (eritrogênese).
CORRELAÇÕES FISIOPATOLÓGICAS:
– Alteração do metabolismo hidrossalino e ácido – base.
– Distúrbios da detoxificação renal.
– Alguns medicamentos.
– Estados hipertensivos.
EXCREÇÃO
Objetivo: Eliminar substâncias que comprometem a homeostase (excessos).

URÉIA
– Principal produto do metabolismo protéico
– Valores normais: 20 e 40 mg/100 ml
Pode elevar-se devido a:
– redução da eliminação renal
– aumento do catabolismo protéico
– combinação destes dois mecanismos

CREATININA
– Oscila normalmente de 1 a 2 mg / 100 ml
– Formação: perda do ácido fosfórico da fosfocreatina muscular
– Eliminada pelos rins e não depende da ingestão proteíca e nem do volume urinário eliminado

ÁCIDO ÚRICO
Taxa normal: 2 a 6 mg / 100 ml nos homens
1,5 a 5 mg / 100 ml nas mulheres antes da menopausa
* GOTA – acima de 9 ou 10 mg
Taxas aumentadas :• Excesso de produção urinária
• Hipotireoidismo e jejum prolongado

ALTERAÇÕES HEPÁTICAS
¬ Lesão hepática
¬ Esteróides anabolizantes
¬ Exames falso-positivo
PROVA DE FUNÇÃO HEPÁTICA:
TRANSAMINASES – Enzimas que catalisam a transferência de um grupo
alfa-amino de um aminoácido para um alfa-cetoácido, com a formação de novos alfa-amino e alfa-cetoácidos.
TRANSAMINASE GLUTÂMICO-OXALACÉTICA – TGO
– Enzima presente nos eritrócitos
– Hemólise – eleva a atividade no soro
– Não é utilizada exclusivamente para avaliação da atividade dos hepatócitos.
Valores normais:
Transaminase Glutâmico-oxalacética (TGO) – 5 –17 UI
TRANSAMINASE GLUTÂMICO-PIRÚVICO – TGP
– Teste sensível de lesão hepática
– Rastreamento de hepatopatias alcoólicas
Valores normais:
Transaminase Glutâmico-pirúvica (TGP) – 4 – 13 UI

ALTERAÇÕES GLICÊMICAS
A geração de energia aumentada no exercício aumenta a demanda de glicose, liberando mais insulina e aumentando a depleção de glicogênio = OCORRENDO
A HIPOGLICEMIA.
GLICOSE

Taxa normal: 70 – 110 mg / 100 ml
90 – 120 mg / 100 ml
(glicemia pós prandial após 8 ou 10 horas de jejum)
HIPOGLICEMIA – pode ocorrer com severo esforço muscular e diarréia e ainda por uso de Anabolizantes não hormonais ( farmacológicos)
HIPERGLICEMIA – mais freqüentemente associada a Diabetes

INTERPRETAÇÃO DE PROVA DE TOLERÂNCIA A GLICOSE:

NORMAL– glicemia de jejum dentro dos limites normais;
– elevação rápida dentro de 30 a 40 minutos até 140 a 160 mg / 100ml;
– volta ao normal dentro de 120 minutos, podendo cair abaixo da taxa de jejum, dentro de 180 minutos;
– ausência de glicose nas urinas.
ALTERADA
A tolerância à glicose diminui com:
– Idade avançada
– Gravidez
– Obesidade
– Corticóides
– Na hipoglicemia, os valores pouco se elevam e diminuem à 40 mg ao fim de 4 a 5 horas.

ALTERAÇÕES LIPÍDICAS

Colesterol
¬ Produção ou ingestão acentuada.
¬ Histórico familiar.
– Sedentarismo e stress
– Esteróides anabolizantes
Hipercolesterolemia – associado à diabetes mellitus, hipotireoidismo, e aterosclerose.
Hipocolesterolemia – associado à hipertireoidismo, anemia perniciosa e hemolítica

Triglicérides– ingestão acentuada – carboidratos.
– Alterações metabólicas
– Stress e sedentarismo
Eleva-se: no diabete, na aterosclerose e nas doenças coronarianas.

IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE NUTRIÇÃO ESPORTIVA

Fonte : MA

Bom meus amigos do blog , como disse , estou de volta aos posts , agora trago um artigo sobre um Ae bastante andgrogenico e perigoso , acredito que deve ser usado por culturistas experientes devido a sua grande hepatoxicidade !

Esse Ae , que é febre nas academias do brasil , pode ser comprado em qualquer farmacia , com a devida receita !! Acredito que esse artigo e bem completo e traz bastante informações  e detalhes , espero que gostem !

Oximetalona
Autor Anthony Roberts
Retirado de forums.steroid.com
Traduzido, Adaptado e Complementado por MRJP

(Oximetalona)
[17beta-hidroxi-2-hidroximetileno-17 alfa-metil-5 alfa-androsten-3-um]
Peso Molecular(base): 332.482
Fórmula Química(base): C21 H32 O3
Ponto de Fusão(base): 178-180ºC
Fabricante: Syntex (originalmente)
Data de Lançamento(EUA): 1960
Dose Efetiva(Homens): 100-200mg/dia
Dose Efetiva(Mulher): Não recomendado
Tempo de Ação: 16 horas
Tempo de Detecção: Mais de 8 semanas
Relação Anabolismo/Androgenicidade: 320:45
Apresentações: Hemogenin 50mg 10 comprimidos, R$16

A oximetalona foi originalmente produzida com o objetivo de ajudar pessoas com anemia e está sendo usado com muito sucesso por pessoas com diversas doenças, que tem como um dos problemas a perda de peso. Claramente ele é um agente muito bom para ganho de peso, de força, aumento de apetite e em aumentar a contagem de células vermelhas. Além disso possui efeitos colaterais como outros AAS como: inibição do eixo HPT, afeta negativamente o perfil lipídico, retenção líquida, dor de cabeça e hepatotoxicidade (tem a pior reputação, nesse sentido, entre os esteróides). Um efeito comentado pela Syntex é que se tomado em grandes doses pode inibir o apetite.

Oximetalona é um derivado do DHT e é 17aa (o que o torna muito hepatotoxico). Existe um estudo onde ela foi usada por 30 semanas e muitos efeitos colaterais foram notados. Esse estudo foi feito com pessoas aidéticas que relatavam perdas. Foi observado um ganho de peso (+8kgs) enquanto o grupo controle perdeu peso e um aumento na taxa de mortalidade(1). O ganho de peso nesse estudo aconteceu até a 19-20 semana, o que torna as últimas 10 semanas inúteis. Lógico que você não deve administrar oximetalona por 20 semanas, devido sua toxicidade, mas depois disso qualquer ganho de peso e força é negligenciado. Então, tirando os efeitos adversos e o fato do estudo ser em uso muito longo (30 semanas), esse droga pode ser usada de forma segura. As pessoas comumente relatam o uso por quatro semanas ou menos, porém a droga pode ser usada por até seis semanas ou um pouco mais. Relatos indicam que os ganhos são mais dramáticos nas primeiras três semanas e depois vão diminuindo e os efeitos adversos penduram por todo o uso, porém grande parte desses efeitos é lenda. Como a oximetalona é um derivado do DHT ele não pode sofrer aromatização e formar estrógeno e ele não é um composto progestênico com isso efeitos colaterais estrogênicos ocorrem de maneira não conhecida. É especulado que ela pode estimular o receptor estrogênico sem ser convertido em estrogênio. Em estudos onde foi usado oximetalona para alterar a função reprodutiva/menstrual feminina observou-se baixos níveis sanguíneos de progesterona(7). O uso de inibidores da aromatase é considerado muito para essa droga, porém um estudo com letrozol (que em alguns casos mostrou reduzir o estrogênio para níveis indetectáveis)(6) mostoru que ele pode reduzir muito os efeitos colaterais da oximetalona.

Os efeitos adversos dessa droga certamente não são brincadeira, mas podem ser facilmente previnidos e controlados. Um estudo mostrou poucos colaterais com a administração de 100mg/dia(2). A hepatotoxicidade da oximetalona é um pouco exagerada por algumas pessoas.

Como devemos usar? Ela deve ser inclusa em um ciclo om estreróides injetáveis mas não outros compostos 17aa. Usaria esse composto nas seis semanas iniciais do ciclo como uma forma de ataque, para ver os ganhos rápido. Esses ganhos rápidos também vão rápido depois que cessa-se o uso, por isso seu uso é usado no começo enquanto se espera os ganhos dos outros esteróides. Esse uso é o mais popular dessa droga. Ela também é muito popular em usuários que necessitam de ganhos de força e não precisam se preocupar com ganho de peso. É importante notar também, que em um estudo por Schroder et al.(2), a oximetalona mostrou ser capaz de reduzir os níveis de SHBG (globulina ligadora de hormônios sexuais, que se liga a testosterona livre e a impede de ter suas ações) em grupos tratados com 50mg e 100mg/dia. Isso quer dizer que haverá uma maior quantidade de testosterona livre no corpo, causando sinergismo com outras drogas.

Oximetalona não se liga bem ao receptor androgênico (AR) (tem a menor ligação vista: Afinidade de Ligação Relativa = muito baixa para ser determinada)(3). Isso mostra que existem muitos efeitos mediados por mecanismos independentes da ligação com o AR o que o torna muito bom para ciclos de ganho de peso, ja que ele não irá competir pelo receptor com outros esteróides. Sua escolha não é recomendada para ciclos de cutting.

Quando deve-se usar? Esse é o fato mais interessante da oximetalona. A maioria dos esteróides produz a chamada “curva dose-dependente” o que da respaldo para o “quanto mais se toma mais se ganha”. Ja a oximetalona é um dos poucos esteróides onde essa curva cai rapidamente. Quando você toma 50mg da droga obtêm-se ótimos ganhos. Quando se toma 100mg você tem ganhos maiores. Foi achado que 150mg produzem os mesmos ganhos que 100mg porém produz mais efeitos colaterais e é mais tóxico(4). Um pulo de 50mg para 100mg é aceitável no quesito custo-benefício, porém doses maiores que 100mg não são necessárias. Vamos ver como 50mg e 100mg de oximetalona afeta a força:


Alterações relativas (%) na força para grupos recebendo placebo (barras pretas), 50mg de oximetalona (barras brancas) e 100mg (barras cinzas). Números acima das barras representam a alteração relativa (%) a partir do basal à semanas 12 para a 1RM. Barras de erro representam +-1 SE.

Como pode-se ver, dobrando a dose de oximetalona, dobrou-se os ganhos em força. Agora, quando vemos a alteração corporal pela oximetalona podemos ver que a dosagem de 100mg promove maior perda de gordura e maior ganho de massa magra, porém a diferenção não foi tão dramática como nos ganhos de força.


Alterações na composição corporal são mostradas pelo grupo recebendo placebo (barras pretas), 50mg/dia (barra branca) e 100mg/dia (barra cinza). Os números acima indicam as alterações absolutas e as barras de erro são de +-1SE

É suposto que doses altas de oximetalona podem suprimir o apetite, aumentar a resistência a insulina e a intolerância a glicose(5). Isso torna a absorção de macronutrientes menos eficiente, e pode ser um fator de piora nos ganhos com dosagens muitos maiores que 100mg. Infelizmente a oximetalona altera a produção hormonal natural porém não afeta tão seriamente o perfil lipídico como muitos anabólicos(2). Algumas literaturas médicas sugerem dosagens de 1-5mg/kg/dia.

Observou-se que a oximetalona é cardiotóxica pois aparentemente aumentou a incidência e a severidade de cardiomiopatias(8). Existe o risco de carcinoma hepatocelular (que está associado a oximetalona) e os usuários de esteróides são grupo de risco para tumores hepáticos(9)

Outras Apresentações

– GoldHemo Oral Líquido
Oxydrol BD 50mg
– Oxivet QV 75mg

Bibliografia

1. Br J Nutr. 1996 Jan;75(1):129-38.
2. Schroeder et al. Am J Physiol Endocrinol Metab 284:E 120-28
3. Endocrinology. 1984 Jun;114(6):2100-6.
4. HIV Clin Trials. 2003 May-Jun;4(3):150-63.
5. J Clin Endocrinol Metab. 1981 Nov;53(5):905-8
6. Epilepsy Behav. 2004 Apr;5(2):260-3
7. Am J Obstet Gynecol. 1973 Sep 1;117(1):121-5.
8. Cardiovasc Toxicol. 2005;5(2):227-44.
9. Am J Hematol. 2004 Nov;77(3):257-67.
Gra. Am J Physiol Endocrinol Metab 284: E120-E128, 2003. First published September 24, 2002; doi:10.1152/ajpendo.00363.2002 0193-1849/03

Fonte :Mundo Anabolico !